Continuando a pausa para o Carnaval

Um passeio imperdível na capital pernambucana é visitar a Oficina Francisco Brennand, onde as obras do maior ceramista brasileiro, cujo estilo das peças tem forte conotação fálica, estão expostas ao ar livre num jardim projetado por Burle Marx.

Há também o Instituto Ricardo Brennand (primo de Francisco Brennand), com acervo temático focado na colonização holandesa do Recife. Lá estão armaduras, peças sacras, documentos históricos, moedas e uma coleção de 15 telas a óleo de Frans Post, artista que esteve em Recife entre 1637 e 1647 e devotou esse tempo a pintar a paisagem brasileira da época.

Em Recife, se os tubarões inibem o banho de mar, nada impede que se vá à praia. O calçadão é ótimo para caminhar e o trecho na altura do número 3.300 da Boa Viagem é o mais freqüentado. Vale seguir o exemplo dos próprios recifenses, que são capazes de passar horas embaixo da sombra de um guarda-sol batendo papo, bebendo cerveja e atrasando o almoço entre um caldinho de feijão com charque e ovo de codorna e outro de sururu, que dizem ser bom para gripe, ressaca e “dor-de-corno”.

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